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15 de novembro de 2018
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Corpo, caminho de Deus (O)

Autor(a): Adolphe GESCHÉ | Paul SCOLAS
Formato: 16cm x 23cm
nº de páginas: 232
Disponibilidade
Produto disponível em Estoque
Código do Livro:
LIV.11061
Preço:
R$ 67,60

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A obra traz a convicção de que o cristianismo encerra uma maneira original de situar o corpo na busca e na revelação de Deus, além de interrogar o corpo como verdadeiro lugar teológico, a fim de manifestar simultaneamente como lugar central da revelação cristã de Deus e também o transforma em um lugar antropológico maior.

Mais informações sobre o livro

Comentário do Pe. Paiva (Raul Pache de Paiva, SJ), diretor de redação da revista Mensageiro do Coração de Jesus, uma publicação de Edições Loyola.

Paul Scolas abre esta obra de equipe colocando a tese: "O corpo, caminho de Deus, ou a invenção cristã": "O cristianismo encerra em si uma maneira original de situar o corpo na busca e na revelação de Deus, originalidade fecunda para uma compreensão de nós mesmos como seres corpóreos... o Evangelho cristão se inaugura com um a proclamação central que causa surpresa: A Palavra se fez Carne". Joseph Famerée apresenta a problemática no capítulo 1o: "O corpo humano pode ser um caminho de acesso a Deus? Reciprocamente, o corpo humano é um lugar onde Deus se encontra conosco?" (p. 13). Neste capítulo se destaca o parágrafo "corpo e modernidade". Adolph Gesché, no capítulo 2o, trata de "a invenção cristã do corpo". E cita, a certa altura, as impressionantes palavras da abertura de uma homilia de Natal de São Leão Magno: "Reconhece,c ristão, a tua dignidade. Tu participas agora da natureza divina. Lembra-te de que o corpo és membro!". Jerôme Alexandre (capítulo 3o) estuda "os pressupostos filosóficos e implicações teológicas da corporeidade na polêmica antidocetista de Tertuliano". Para quem não se lembra, os docetas implicavam com a corporeidade de Cristo e lhe atribuíam a existência de uma simples aparência. Neste capítulo, somos reapresentados a Tertuliano, "o único Autor que escreveu uma obra intitulada A Carne de Cristo". E cita um texto do antigo escritor: "Examinemos a substância corpórea do Senhor, visto que de sua substância espiritual ninguém discorda" (p 91). Curiosamente, hoje, embora não se dê grande valor ao corpo humano, fruto da evolução cega e descartável, sobretudo se não tem saúde e boa aparência, poucos duvidam da carne de Jesus e muitos não crêem na sua divindade. Louis-Marie Chauvet (capítulo 4o) aborda "os sacramentos ou o corpo como caminho de Deus". Neste capítulo, o empenho do pensamento cristão em buscar uma expressão que desse conta dos extremos envolvidos quando se trata do uso da sexualidade, merece uma leitura atenta. O cpítulo 5o é devido a Ralph Dekonink: " 'Eles inventaram a arte de fabricar deuses' - Imagem do corpo e corpo das imagens entre paganismo e cristianismo". Aqui ídolos e ícones se encontram e se contra distinguem. Camille Focant (capítulo 6o): "A aventura de nossa aliança com Deus se expressa de maneira natural na linguagem do corpo. Como resgatar da melhor maneira o que o Novo Testamento ensina a este respeito? (...) O que dizem do corpo ou dos corpos as narrativas evangélicas? (...) No plano conceitual, será interessante examinar as exposições paulinas sobre o conceito de copro, e, de modo particular, a oposição que ele estabelece entre 'corpo pneumático' e 'corpo psíquico', para falar da ressurreição". Já chegamos ao capítulo 7o, e os Autores não cessam de nos fazer cair as escamas dos olhos com a originalidade dos seus títulos e ângulos de abordagem. Bruno Cadoré nos quer falar de "o corpo da pessoa, quando o espírito desaparece". Na é verdade que o habitual é tratar do que acontece ao espírito humano, quando o corpo desaparece. Contudo, nas pessoas que estão em "estado vegetativo", por exemplo, nos que perdem a memória, a consciência de si, ou estão em coma, esta é a verdade. Parece restar um corpo sem alma. E então? Pierre-François de Béthune (capítulo 8o) coloca uma citação como título de sua contribuição: "Vejo sua fé em seu modo de respirar" - "o papel do corpo na espiritualidade e, mais precisamente, na oração". O último e nono capítulo é de Anne Marie Reijnen: "O corpo, canteiro de obras da redenção": "Se existe um Deus além túmulo, nossa esperança é que nosso corpo também lhe importe" (p.203).
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