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26 de julho de 2017
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Liturgia do dia 26/07/2017


Leituras
Eclo 44,1.10-15
Sl 131(132),11.13-14.17-18 (R. Lc 1,32a)
Mt 13,16-17

16ª Semana do Tempo Comum - Ano A

Quarta-Feira

Primeira Leitura: Eclo 44,1.10-15

1 Façamos o elogio dos homens ilustres, de nossos pais em suas gerações.10 Eis aqui, porém, homens de bem, cujas virtudes não caíram no esquecimento. 11 Com seus descendentes permanece a boa herança de sua descendência. 12 Sua posteridade se conserva fiel às alianças e também seus filhos, graças a eles. 13 Sua descendência permanecerá eternamente, não se apagará a sua glória. 14 Seus corpos foram sepultados em paz e seu nome vive de geração em geração. 15 Os povos proclamaram sua sabedoria, a assembleia celebra seus louvores.

Salmo: Sl 131(132),11.13-14.17-18 (R. Lc 1,32a)

R. O Senhor lhe dará o trono de Davi, seu pai.

11 Disse o Senhor a Davi (não falha o seu juramento): “Fruto das tuas entranhas colocarei no teu trono.

13 Pois o Senhor quis Sião, por morada ele a escolheu: 14 “Meu repouso é para sempre, é o lugar que eu desejei.

17 Aqui farei florescer para Davi forte herdeiro. E acenderei uma lâmpada que ao meu Ungido ilumine. 18 Porém a seus inimigos revestirei de vergonha, enquanto em sua cabeça fulgirá seu diadema!”.

Evangelho: Mt 13,16-17

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos:16 Felizes, porém, os vossos olhos porque estão vendo, e os vossos ouvidos porque estão ouvindo! 17 Eu vos declaro esta verdade: muitos profetas e homens justos suspiravam por ver o que estais vendo, e não viram; e por ouvir o que estais ouvindo, e não ouviram!

Leituras: Diretório da Liturgia e da Organização da Igreja no Brasil 2017 - Ano A - São Mateus, Brasília, Edições CNBB, 2016.

Citações bíblicas: Bíblia Mensagem de Deus, São Paulo, Edições Loyola e Editora Santuário, 2016.

Boa Nova para cada dia

“... muitos profetas e justos desejaram ver o que vedes, e não viram, desejaram ouvir o que ouvis, e não ouviram”.
(Mt 13,17).

A Igreja celebra hoje os pais de Nossa Senhora. 

Poderíamos perguntar: como a Igreja chegou a considerá-los santos? 

A Igreja chegou a este ponto partindo da santidade de Maria: se ela foi santíssima por ser a Mãe de Jesus, seus pais deveriam ser santos também. Assim na Igreja do Oriente os avós de Jesus foram venerados como santos a partir do século VI. E na Igreja do Ocidente, a partir do século X. 

Vemos neste casal o modelo da santidade de vida familiar, sempre conforme a vontade de Deus. Fiéis israelitas terão em tudo cumprido o que mandava a Lei e os Profetas. Terão ensinado sua filha na fidelidade a Deus e na tradição dos antepassados santos. E Maria, por sua vez, terá transmitido a seu filho, Jesus, estes tesouros de família que ela herdara de seus pais. 

Que ambiente haveria naquela casa de São Joaquim, Santa Ana e Maria, Santíssima? Seria só de santidade, bondade, respeito à Lei de Deus, grande afeição mútua, serenidade e paz. 

É de se notar como pessoas tão importantes para a vida e história de Jesus não constem nos textos do Novo Testamento. Porém sabemos que nos mais humildes Deus mostra Sua Santidade, Poder e Glória comm todo o seu esplendor. Maria dirá: “Deus, meu Salvador, olhou para a humildade de sua serva” (Lc 1,47-48). E seu Filho, Jesus, dirá um dia o que dela aprendeu certamente: “... aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração ...”  (Mt 11,29). 

Todos os Patriarcas, Profetas, mulheres e homens santos de Israel gostariam de conhecer uma família como esta. No entanto isto somente foi dado a Maria, Mãe de Jesus, e, talvez, ao Jesus menino. 

É neste sentido que a Igreja nos leva a ler o Evangelho de hoje: “... muitos profetas e justos desejaram ver o que vedes, e não viram, desejaram ouvir o que ouvis, e não ouviram”. (Mt 13,17). 

Jesus pronunciou tais palavras em relação a Si mesmo e à realização do Reino de Deus por meio de sua pessoa cumprindo a vontade de Deus. 

Mas estas palavras hoje a Igreja aplica à origem humana de Jesus: foi preciso que de uma família santa Ele nascesse, o Filho de Deus se encarnasse. São Joaquim e Ana possibilitaram a Encarnação do Filho de Deus gerando Maria, a Imaculada Conceição. 

Não chegamos a conhecer São Joaquim e Santa Ana. Mas até nós chegou a notícia de sua santidade, marcada pela humildade na pessoa do próprio Jesus

Demos graças a Deus. 

Autor: Pe. Valdir Marques, SJ, Doutor em Teologia Bíblica pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma.





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