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25 de novembro de 2017
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Liturgia do dia 25/11/2017


Leituras
1Mc 6,1-13
Sl 9,2-3. 4.6. 16b.19 (R. Cf. 15a)
Lc 20,27-40

33ª Semana do Tempo Comum - Ano A

Sábado

Primeira Leitura: 1Mc 6,1-13

Naqueles dias:1 O rei Antíoco percorria as províncias do planalto. Ouviu dizer que havia uma cidade na Pérsia, Elimaida, que se tornou célebre pelas suas riquezas em prata e ouro, 2 que seu templo era fabulosamente rico, contendo armaduras de ouro, couraças e armas ali deixadas por Alexandre, filho de Filipe, rei da Macedônia, que foi o primeiro a reinar sobre os gregos. 3 Antíoco marchou para lá e tentou apoderar-se da cidade para saqueá-la. Não o conseguiu, porque os habitantes tiveram conhecimento de seu plano 4 e resistiram-lhe ao ataque. Repelido, afastou-se de lá com grande tristeza, para voltar a Babilônia. 5 Foi um mensageiro à Pérsia anunciar-lhe a derrota das tropas enviadas à Judeia. 6 Contou-lhe que o próprio Lísias, tendo partido à frente de poderoso exército, fora posto em fuga e que os judeus se tinham reforçado muito com as armas e com os abundantes despojos que tomaram dos exércitos vencidos. 7 Tinham demolido a Abominação que ele construíra sobre o altar em Jerusalém, tinham cercado o Templo de altas muralhas, como antes, e também fortificado Bet-Sur, uma de suas cidades. 8 Ouvindo estas notícias, o rei deixou-se abater e sentiu-se profundamente transtornado. Atirou-se ao leito e adoeceu de tristeza, porque os acontecimentos não se deram conforme seu desejo. 9 Ficou assim durante muitos dias, recaindo constantemente em profunda melancolia, e sentiu que ia morrer. 10 Chamou todos os seus amigos e disse-lhes: “O sono afastou-se de meus olhos e meu coração desfalece de angústia. 11 Disse a mim mesmo: a que grau de aflição cheguei e em que profundo abismo agora me encontro! Eu que era bom e amado quando na plenitude de meu poder! 12 Lembro-me, agora, dos males que fiz a Jerusalém. Apoderei-me de todos os objetos de prata e de ouro que ali se encontravam e mandei exterminar, sem motivo, os habitantes de Judá. 13 Reconheço que é por causa disso que estas desgraças me atingiram e vou morrer de profunda angústia, em terra estrangeira”.

Salmo: Sl 9,2-3. 4.6. 16b.19 (R. Cf. 15a)

R.Cantarei de alegria, ó Senhor, pois me livrastes!

2 De coração, Senhor, eu te agradeço: as tuas maravilhas vou narrar. 3 Em ti é que eu me alegro e rejubilo, salmodio ao teu nome, Deus Altíssimo.

4 Pois voltaram atrás meus inimigos, diante da tua face pereceram.

6 Tu dobraste as nações, puniste os ímpios, apagaste os seus nomes para sempre.

16 Tombam os maus no fosso que cavaram, prendem seus pés no laço que estenderam.

19 Mas não se olvida o pobre para sempre, nem se frustra a esperança dos aflitos.

Evangelho: Lc 20,27-40

Naquele tempo:27 Aproximaram-se de Jesus alguns dos saduceus, que negam que haja ressurreição, e fizeram-lhe esta pergunta: 28 “Mestre, Moisés nos determinou isto: se alguém morrer sem filhos, seu irmão se casará com a mulher dele para lhe garantir a descendência. 29 Ora, havia sete irmãos. O primeiro se casou e morreu sem deixar filhos. 30 O segundo 31 e, depois, o terceiro tomaram a viúva como esposa. E todos os sete morreram do mesmo modo, sem deixar filhos. 32 Por fim, aquela mulher também morreu. 33 Pois bem, na ressurreição, de qual deles ela vai ser esposa? Porque foi casada com cada um dos sete”. 34 Jesus lhes respondeu: “As pessoas deste mundo se casam. 35 Contudo, as que são julgadas dignas de ter parte naquele mundo e na ressurreição dos mortos, lá não se casam. 36 E já não podem morrer outra vez, porque são iguais aos anjos e filhos de Deus, sendo participantes da ressurreição. 37 E que os mortos ressuscitem, é Moisés quem dá a conhecer através do episódio da Sarça Ardente, quando chama, ao Senhor: o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó. 38 Ora, Deus não é Deus dos mortos, mas dos vivos; para ele, então, todos são vivos”. 39 Alguns dos escribas aprovaram: “Mestre, falaste bem”. 40 E não se atreviam mais a lhe fazer perguntas.

Leituras: Diretório da Liturgia e da Organização da Igreja no Brasil 2017 - Ano A - São Mateus, Brasília, Edições CNBB, 2016.

Citações bíblicas: Bíblia Mensagem de Deus, São Paulo, Edições Loyola e Editora Santuário, 2016.

Boa Nova para cada dia

“ ... já não poderão morrer, pois serão iguais aos anjos, serão filhos de Deus, porque ressuscitaram”. (Lc 20,36).

Os saduceus, da classe dos sacerdotes em Jerusalém, quiseram provar Jesus com uma pergunta que, na opinião deles, seria uma armadilha fatal. Como eles não acreditavam na ressurreição, inventaram a estória da mulher casada com sete irmãos. Como todos morreram, tanto a mulher como seus maridos, na ressurreição qual seria o marido dela?

Os saduceus contavam com esta resposta de Jesus: como não há ressurreição, a mulher e seus maridos desapareceram depois da morte. Portanto não faria sentido perguntar quem seria seu marido.

Mas Jesus, que ia ressuscitar de verdade, afirmou a ressurreição de um modo tal que os saduceus nem mesmo poderiam imaginar

Jesus disse duas coisas importantes sobre a ressurreição para ensinar aos saduceus:

a) Há ressurreição dos mortos. Mesmo que não os vejamos vivos depois de terem morrido, vivem em outra dimensão de existência. Assim estão vivos Abraão, Isaque e Jacó, pois Deus disse a Moisés que continuava sendo o Deus deles. Ora, se estivessem definitivamente mortos, que sentido o Deus Vivo diria que era Deus de mortos? Logo, a vida depois da morte continua.

b) E após a ressurreição, os mortos terão Vida Eterna. Assim viverão tanto a mulher da estória como seus maridos, mas não em compromisso matrimonial, pois ressuscitados não precisarão ser casados para ter filhos. Isto somente acontece na vida antes da morte, na terra, para cumprir a Lei de Deus que diz: “Crescei e multiplicai-vos” (Gn 1,28).

Os doutores da Lei, ao ouvirem esta explicação de Jesus, disseram-Lhe: “Mestre, tu falaste muito bem” (Lc 20,39b).

E o Evangelho termina com esta vitória de Jesus sobre os saduceus: E ninguém tinha coragem de perguntar coisa alguma a Jesus. (Lc 20,40).

Esta estória não está no Evangelho de São Lucas somente para descrever a vitória de Jesus sobre os saduceus. Está no Evangelho para nos ensinar como seremos depois de nossa ressurreição. Isto é uma maravilha, uma vez que em poucas passagens da Sagrada Escritura vemos uma explicação como esta:

a) ... já não poderão morrer: Os que morreram uma vez viverão uma vida nova, diferente, que após a ressurreição será a Vida Eterna.

b) pois serão iguais aos anjos. Anjos não se casam, não morrem, vivem para Deus.

c) serão filhos de Deus: os Anjos são chamados na Sagrada Escritura de ‘filhos de Deus’. Mas nós já somos filhos de Deus desde que recebemos o Batismo nesta vida. Porém esta filiação adotiva de Deus nos fará semelhantes a Ele: vivos para sempre, filhos de um Pai Vivo, filhos sempre vivos.

d) porque ressuscitaram. Isto é, participaram da Ressurreição de Jesus, ressuscitado por Deus Pai, o autor da Vida. Não se trata de um poder humano, mas de um poder divino e decisão divina: Deus quer que todos nós participemos de Sua Vida, que é Eterna, coisa que, por nós mesmos, não conseguimos. 

Agradeçamos a Deus esta lição que aprendemos de Jesus sobre a ressurreição.

Se não fosse a malícia dos saduceus, talvez Jesus não tivesse explicado tão bem como será nossa ressurreição. Deus ‘escreve por linhas tortas’. E esta estória foi uma de tais linhas.

Autor: Pe. Valdir Marques, SJ, Doutor em Teologia Bíblica pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma.





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